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terça-feira, fevereiro 13, 2007

Manchetes desta terça

- Folha: Senado retorna debate sobre maioridade penal
- Estadão: Governo vai congelar até R$ 19 bi de gastos
- Globo: Câmara apressa votação de lei mais rígida contra o crime
- Correio: Vítimas da velocidade das Vans
- Valor: Fazenda pretende manter a multa do FGTS em rescisões
- Estado de Minas: Autônomo pagará menos INSS
- Jornal do Commercio: Concurso para agente de polícia é anulado
Leia os destaques de capa dos principais jornais.

sexta-feira, fevereiro 09, 2007

Assista o jogo Goiás e Canedense ao vivo!




Goiás Canedense

Sábado, a partir das 14H30 aqui no O Cidadão.net


Um laptop por aluno

As primeiras notícias no Brasil sobre o projeto “Um laptop por aluno” sairam em janeiro de 2005. A idéia é simples: distribuir um micro-computador para cada aluno em países pobres. Essa não é uma iniciativa brasileira. Tudo começou na cabeça de um dos maiores gurus da tecnologia mundial, o norte-americano Nicholas Negroponte, numa conferência no Fórum Social Mundial em Davos, Suíça. A meta, segundo Negroponte, é fornecer às crianças novas oportunidades de explorar e de se expressarem.

O projeto de Negroponto visa tornar acessível o uso da internet e recursos de computador às crianças mais pobres que residem em lugares remotos do planeta e criar micros que sejam baratos o suficientes para que os governos de países em desenvolvimento possam adquirí-los. O preço inicial sugerido: US$ 100. Nome de batismo: XO. O Brasil deve receber mil unidades do laptop de US$ 100 (os custos agora elevaram o preço para US$130, segundo o Ministério de Minas e Tecnologia) até o fim de fevereiro. Esses exemplares irão para escolas públicas de São Paulo e Porto Alegre para realização de testes durante seis meses. O governo fará testes com mais dois notebooks: o Clasmate, da Intel, e o Mobilis, da Encore Software da Índia. Apenas quando a análise terminar, será decidido qual máquina comprar.

Mesmo com a aprovação de qualquer desses modelos, ainda restará a qergunta de quantos serão adquiridos pelo governo. Para participar, cada país inte-ressado deve asumir o compromisso de adquirir 1 milhão de máquinas, o que daria US$ 130 milhões ou R$ 280 milhões, isso só para começar. Sem contar com os custos da instalação de redes de internet nas escolas e da manutenção.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o Brasil tem cerca de 40 milhões de alunos matriculados em escolas públicas. Para que todos tivessem um XO, o governo teria de arcar com aproximadamente R$ 11 bilhões.

quinta-feira, fevereiro 08, 2007

Samuel deixa um rombo na Assembléia

A herança da gestão de Samuel Almeida (PSDB) na Assembléia Legislativa de Goiás não é muito profícua para a presidência que instalou no dia 1º de fevereiro. A começar pelas dívidas, que iriam desde oficinas mecânicas a empreiteiras. A reportagem do HOJE tentou apurar oficialmente os dados, mas ninguém na Assembléia, da gestão anterior ou da atual, se dispôs a colaborar. Até onde se constatou, o novo presidente, Jardel Sebba (PSDB), vai ter problemas para fechar o caixa.

Ouvindo funcionários, de diversos escalões, o HOJE apurou que, em apenas uma oficina no Jardim América, o Poder Legislativo goiano deve R$ 67 mil, capital suficiente para comprar três carros zero-quilômetro. A oficina seria a Ideauto, que teria penhorado uma Parati e um Gol da Assembléia por falta de pagamento. A reportagem tentou ouvir os responsáveis pela oficina, mas não conseguiu.

Jardel Sebba já disse que precisa de R$ 400 mil para reformar o atual prédio da Assembléia. Pelo que calculam funcionários que trabalham na área de patrimônio da Casa, a despesa será muito maior, chegando a R$ 1 milhão imediatamente. Outra herança ruim para o novo presidente é o esqueleto do que seria a nova sede do Legislativo, na esquina das avenidas Olinda e PL-1, no Parque Lozandes, vizinho ao Paço Municipal, sede da Prefeitura de Goiânia.

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Chávez diz que Globo é “inimigo do povo”

A ex-governadora do estado do Rio de Janeiro, Rosinha Garotinho, fez duras críticas contra as organizações Globo. Durante a passagem do cargo para Sérgio Cabral Filho, ela declarou, entre outras coisas, que a rede de emissoras teria US$ 100 milhões em paraíso fiscal, dando inclusive o número da conta e o nome do banco nas Bahamas, fato que o Ministério Público está apurando. Depois da ex-governadora, foi a vez do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, que criticou duramente o jornal ‘O Globo’. Isso aconteceu durante seu discurso de agradecimento, ao receber a Medalha Tiradentes, na Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).
Com um exemplar na mão (foto), Chávez acusou o jornal de seguir “ordens imperialistas” para impedir a integração dos países da América do Sul.

– Não tenho dúvidas de que ‘O Globo’ é um inimigo do povo brasileiro e latino-americano – afirmou.

Público apóia e faz bordão

As cerca de 400 pessoas que ouviram o discurso do presidente da Venezuela aplaudiram fortemente e gritaram o bordão: “o povo não é bobo, desliga a Rede Globo”.
Em coro, o público também pediu para que Hugo Chávez rasgasse o jornal, coisa que ele se negou a fazer, justificando:
– O papel não tem culpa. Isso lembraria os dias em que os fascistas queimavam os livros – disse.

Economist compara Congresso brasileiro a chiqueiro


A última edição da revista britânica The Economist traz uma reportagem sobre a disputa que resultou na eleição de Arlindo Chinaglia (PT-SP) para a presidência da Câmara. O título pendura a notícia numa interrogação: "Parlamento ou chiqueiro?"

O subtítulo trata de eliminar as dúvidas: "Uma campanha fracassada para limpar uma legislatura maculada". Na avaliação da revista, Chinaglia pode ter sido guindado a “um dos maiores e mais desregrados cargos, mas presidir a Câmara dos Deputados do Congresso do Brasil é um prêmio poderoso e muito valorizado.”

“A história irá julgar”, anota o texto, se Chinaglia “conseguiu restaurar a reputação da instituição, que está no fundo do poço.” A julgar pelo conteúdo da notícia, The Economist acha que a resposta da historiografia será negativa.

A reportagem sustenta que Chinaglia prevaleceu sobre Aldo Rebelo (PCdoB-SP) numa disputa apertada –18 votos de dianteira—marcada pela perversão: "O toma-lá-dá-cá paroquiano venceu a ética." De resto, o texto rememora as dores éticas do primeiro reinado de Lula.

Lembra que o presidente teve de jogar ao mar auxiliares de peso. Menciona especificamente o ex-chefão da Casa Civil, José Dirceu, acusado pelo Ministério Público de comandar “uma sofisticada organização criminosa”.

The Economist tem uma circulação que roça a casa de 1 milhão de exemplares. A essa altura, capitalistas do mundo inteiro ruminam a dúvida levantada pela revista. Cabe à nova direção da Câmara demonstrar que a Casa não é uma pocilga. É algo que não se faz com palavras. O esforço requer ação.

PFL troca de nome e tenta espantar a urucubaca

Submetido a uma lipoaspiração compulsória nas urnas de 2006, o PFL decidiu submeter-se a uma operação plástica. À procura de um novo rosto, mudou de nome. Chama-se agora PD (Partido Democrata). Vai mudar de direção. Busca dirigentes mais joviais.

Como interpretar a novidade? Ora, não é nada, não é nada, não é nada mesmo. Na certidão de nascimento, o novíssimo PD continua sendo a velhíssima legenda de sempre. Uma filha do poder ditatorial da Arena com o oportunismo eleitoral da dissidência do PDS.

A pefelândia ascendera ao poder pouco depois da chegada das caravelas de Pedro Álvares Cabral. Mandada à oposição em 2002, perdeu o acesso à máquina do Estado, o seu porto seguro. E a nau do partido perdeu o rumo.

Sem um presidenciável que possa chamar de seu, o PFL foi às últimas disputas abraçado ao tucanato. Deu-se bem com FHC. Uma vez, em 94. Duas vezes, em 98. Afogou-se noutras duas tentativas. Com Serra, em 2002. Com Alckmin, em 2006.

Não é a primeira vez que o PFL tenta repaginar-se. Em maio de 95, ainda sob FHC, anunciara um projeto de nome pomposo. Chamara-o de “PFL 2000”. Previa a construção de um partido-potência. Estimava que, em cinco anos, a legenda teria 150 deputados e 30 senadores.

Decorridos onze anos, o sonho converteu-se em pesadelo. Dono da segunda maior bancada congressual em 95, o PFL escorregou para a quarta posição. Sem acesso aos cargos e às verbas públicas, seus quadros não param de definhar.

Como se fosse pouco, o PFL convive com o abandono de seu eleitorado tradicional. A tribo dos pefelês orgulhava-se da quantidade de votos que conseguia amealhar nos fundões do Brasil. Seduzida por benefícios como o Bolsa Família, a clientela das regiões Norte e Nordeste migrou para Lula.

Nos grandes centros, o discurso liberal do PFL ainda ecoa nos gabinetes refrigerados da grande banca e da fina flor do empresariado. Algo que serve à engorda de arcas de campanha. Mas que não chega a sensibilizar os verdadeiros donos do voto.

Em São Paulo, a liderança pefelê mais vistosa é Gilberto “Vagabundo” Kassab, que herdou a cadeira de prefeito do tucano José Serra. Em Minas, não há vestígio de um líder de renome que seja filiado ao PFL. No Rio, o drama é menos intenso. Ali, o nome mais festejado é o do prefeito César Maia. Tem combustível para vôos estaduais. Mas falta-lhe gás para cobrir extensões nacionais.

A despeito da inanição de votos, Jorge Bornhausen, presidente do PFL, anuncia que o partido fará um vôo solo em 2010. Falta-lhe, porém, um piloto. O último pefelista com cara de presidenciável foi Luiz Eduardo Magalhães. Morreu. E levou consigo para a cova o sonho de poder de seu partido.

Aprovado nesta quinta pela Executiva do PFL, o novo nome (PD) encontra-se pendente de confirmação da convenção do partido, marcada para 28 de março. O passo seguinte será a troca de comando. Sai Jorge Bornhausen. Entra, se tudo correr como planejado, um presidente mais jovem. Rodrigo Maia (RJ) ou ACM Neto (BA), por exemplo.

De novo: não é nada, não é nada, não é nada mesmo. Como dizia Nelson Rodrigues, “o jovem ou é um Rimbaud ou um débil mental.” Tem “todos os defeitos dos mais velhos e mais um: a imaturidade.” O melhor conselho que Rodrigues oferecia aos jovens era de uma simplicidade desconsertante: “Envelheçam.”

Que fantasias habitarão o sonho dos deputados?










Políticos em campanha são vendedores de sonhos. Eleitos, muitos se tornam pesadelos. Não podendo transformar a realidade, fogem dela. Alguns, como os três deputados acima, exageram. Foram pilhados pelo repórter Lula Marques, na tarde desta quarta-feira (7), justamente no instante em que buscavam no sono o alívio das misérias que assolam a hora do expediente.

O desempregado sonha com o emprego. O esfaimado com a geladeira cheia. O desabrigado com o teto. O assaltado com o socorro policial. O doente com o atendimento médico. O eleitor sonha com o dia em que será representado satisfatoriamente em Brasília. E quanto aos deputados Moisés Avelino (PMDB-TO, foto 1), Devanir Ribeiro (PT-SP, foto 2) e Cida Diogo (PT-RJ, foto 3), que fantasias habitarão os seus sonhos?

Câmara decide extinguir 1.050 cargos de confiança

Os deputados aprovaram nesta quarta-feira (7) uma providência moralizadora. Extinguiram-se 1.050 cargos de confiança. As vagas atendiam pelo apelido de CNES (cargos de natureza especial).

Era, em verdade, um cabide no qual os deputados penduravam os seus apaniguados. Gente que entrava na folha salarial do Legislativo pela janela, sem concurso público. Os salários variavam de R$ 1.500 a R$ 8.200.

Contratados para prestar assessoria a órgãos técnicos da Câmara, muitos dos felizardos eram deslocados para os gabinetes de seus padrinhos. Em Brasília e nos Estados. Na prática, fugiam a qualquer tipo de controle administrativo.

A expulsão dos CNES da folha proporcionará uma economia anual de R$ 40 milhões. A decisão fora tomada sob Aldo Rebelo (PCdoB-SP), no ano passado. Decidiu-se passar os cargos na lâmina depois que eles freqüentaram o noticiário com cara de escândalo. Fez-se por pressão o que não havia sido feito por bom-senso.

O corte encontrava-se, porém, pendente de aprovação. Foi a voto agora por decisão de Arlindo Chinaglia (PT-SP), recém-acomodado na cadeira de Aldo. Numa Casa conhecida pela proliferação de deformações e privilégios, a extinção de 1.050 cargos não é muita coisa. Mas é um bom começo.

Presídio de Senador Canedo será construído este ano


CONCRETIZAÇÃO DE PROJETOS

“R$ 7 milhões serão destinados à Casa de Prisão Provisória de Senador Canedo, com previsão ainda para este ano. O restante já é aplicado em projetos de capacitação profissional do servidor, curso superior em gestão prisional e o ‘Justiça com Justiça’, programa que revisa todos os processos de presos em Goiás. Para os presos, aplicamos em cursos de serigrafia, pintura e outras profissões. Cerca de 800 presidiários serão beneficiados com o programa em todas as comarcas administradas pela Secretaria.”

PROBLEMAS

“O nosso grande impasse hoje está ligado às estruturas físicas de presídios. Apesar de sermos referência em ressocialização, precisamos construir pelo menos 1,5 mil vagas no sistema presidiário goiano. Nós temos uma população carcerária de 3,5 mil presos e, mesmo assim, conseguimos manter a ordem nas celas. Estão superlotadas sim, mas sem grandes problemas como as rebeliões, por exemplo. Com a concretização da unidade em Senador Canedo, além do projeto de outra no município de Santa Bárbara, a situação poderá ser amenizada. Outra saída é a descentralização do sistema, que já colocamos em prática. Os projetos para concluir as unidades de Itumbiara, Formosa, Posse também já estão adiantados. A cidade de Anápolis receberá um presídio em breve.”

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Comércio da vergonha

Uma pesquisa feita pelo Ibope revelou que 8,3 milhões de eleitores – cerca de 8% do total – receberam proposta de compra de voto nas eleições de 2006. Esse índice é quase três vezes maior do que os 3% registrados na eleição de 2002. Não há números específicos em relação a Goiás, mas os dados mostram que 5% dos eleitores das regiões Norte e Centro-Oeste foram abordados com esse tipo de proposta no ano passado, o mesmo percentual da eleição anterior.

Os 8,3 milhões de eleitores formam um contigente maior que a soma de todos os votos depositados nos Estados de Roraima, Amapá, Acre, Tocantins, Rondônia, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal e Amazonas. Só três Estados – São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais – tiveram um número maior de votantes.

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Compradores de votos

Telho pede dispensa e vai atuar em área criminal

O procurador da República Helio Telho Corrêa Filho pediu ontem dispensa do cargo de procurador regional eleitoral em Goiás. Telho estava à frente do Ministério Público Eleitoral (MPE) desde abril de 2004, período em que definiu a estratégia de atuação nas eleições de 2004 e 2006 e também no referendo sobre comércio de armas, ocorrido em 2005. O procurador Cláudio Drewes José de Siqueira assumirá a função e Daniel de Resende Salgado será o substituto. Telho passa a atuar na área criminal do Ministério Público Federal.

quarta-feira, fevereiro 07, 2007

Goianão 2007: Canedense e Trindade empatam em 1a 1

O Canedense buscava a reabilitação no grupo B no confronto contra o Trindade, no estádio Plínio José de Souza, em Senador Canedo, nesta quarta-feira (7). O placar terminou empatada, com um gol para cada lado. Silas abriu para a Canedense no primeiro tempo e Fábio Luis empatou na segunda etapa.

O primeiro confronto também ababou empatado, com um placar um pouco mais gordo: 2 a 2. Com este resultado, o time de Senador Canedo soma 7 pontos e se mantém na última colocação do grupo B. Já o Trindade, que também soma 7 pontos está em penúltimo do grupo A.

Na próxima rodada, o Trindade recebe o Goiânia no estádio Abrão M. Costa no domingo (11) e o Canedense vem à capital enfrentar o Goiás na Serrinha no sábado (10).

"Vagabundo" diz que trabalha desde os 10 e que votou na chapa Serra/Kassab

Ainda com dor de dente, o microempresário Kaiser Paiva Celestino da Silva, 47, disse que perdoa o prefeito Gilberto Kassab (PFL), que anteontem enxotou-o de um posto de saúde em São Paulo, xingando-o de "Vagabundo, vagabundo".

Kaiser recusou a ajuda em dinheiro oferecida por um programa vespertino de televisão. "Eu sou trabalhador, não aceito esmola", disse no ar. Em vez disso, ofereceu-se para adesivar e pintar o ônibus da emissora de TV --remuneradamente, é claro, "porque senão vicia o cidadão", disse, citando.

Na casa da rua Cecília Calovini, na Vila Zatt, que Kaiser divide com a mulher, Lúcia, com os filhos Samuel, 7, e Maiara, 5, e com a oficina de cartazes praticamente desativada desde o final do ano passado, por causa da Lei Cidade Limpa (que restringe a publicidade exterior), o aluguel está atrasado. Credores são driblados à custa de empréstimos de vizinhos e parentes. Também a igreja evangélica Cristo Centro dá uma força.

Anteontem, nem era para Kaiser ter ido ao posto de saúde Pereira Barreto, bairro de Pirituba, onde o prefeito Kassab inaugurava uma unidade de assistência médica ambulatorial. Quem costuma levar as crianças ao médico é Lúcia. Mas a mulher tinha outro destino --conseguir alguém que ajudasse nas contas de água e luz, antes que as concessionárias cortassem o fornecimento.

Sobrou para Kaiser levar os potinhos com fezes e urina das crianças ao posto, conforme pedido médico de 31 de janeiro. Aproveitaria para pedir que algum dos dentistas extirpasse o dente do ciso do lado esquerdo, inflamado e latejando. Não foi atendido (encaminharam-no para outro posto, na Vila Zatt, onde ele está cadastrado).

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Canedense de técnico novo

Nivaldo Lancuna é no novo técnico da Canedense, Nivaldo foi vice-campeão do goiano pelo Novo Horizonte de Ipameri. Com a chegada do novo técnico foram dispensados do elenco o técnico Vantuir Galdina, e o volante Ronimar que voltou para o Fast Club. O novo técnico estará hoje no estádio Plínio José de Sousa assistindo o jogo da Canedense contra o Trindade e amanhã inicia seus trabalhos com a equipe no centro de treinamento no campo do Sabará visando o próximo jogo contra o Goiás domingo no estádio Haile Pinheiro.


Serginho Bandeira

Carnaval da Saudade - Idosos preparam para folia animada com marchinha e futebol

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social de Senador Canedo promove o II
Carnaval da Saudade, no dia 13 de fevereiro. A festa integrará cerca de 300
idosos do Projeto Afeto, além da comunidade em geral, já que o carnaval será na
avenida principal da cidade. A festa relembrará velhos carnavais com antigos
sucessos e marchinhas, numa estrutura especialmente montada para recebê-los.
O palco para o Carnaval da Saudade será a Avenida Dom Emanuel, região central
da cidade, que abrigará tendas, decoração especial e segurança para os foliões.
As fantasias estão sendo desenvolvidas nas três unidades do Centro de
Referência em Assistência Social – CRAS, com ajuda dos assistidos do Projeto
Afeto, de atenção à pessoa da terceira idade. São roupas confeccionadas com
fuxico, material reciclável e tecidos.
O tema do Carnaval da Saudade deste ano será a Agremiação Esportiva Canedense.
Participarão da festa os jogadores do time da cidade, a torcida organizada Lobo
Guarra, entre outros convidados.
As crianças também serão integradas ao Carnaval da Saudade com o objetivo de
conscientiza-las da cultura da festividade e da atenção e convivência com a
pessoa da terceira idade.
No Projeto Afeto é observada a integridade física e psicológica do idoso,
dentro dos direitos previstos pelo Estatuto do Idoso, garantido a eles o acesso
a saúde, a alimentação, entre outros. Para isso são realizadas visitas de
acompanhamento de domiciliar, orientação aos idosos para que eles tenham uma
vida física e mental mais saudável. Os atendidos do projeto são contemplados
com diversas atividades recreativas e educativas, com o objetivo de mantê-los
conscientes dos seus direitos e deveres.

Clodovil estréia e tacha Chinaglia de ‘mal-educado’

Ag.Câmara
O deputado-estilista Clodovil Hernandes fez nesta terça-feira (6) sua estréia na tribuna da Câmara. E o fez em grande estilo. Abespinhado com o barulho, comparou o plenário a um “mercado”. Cutucou Paulo Maluf. Ao final, irritou-se com o presidente da Casa, que lhe cortou a fala antes que pudesse se despedir do plenário.

"O senhor Chinaglia me botou para fora sem dizer nada, é muito mal-educado. Eu ouvi ele uma hora falando no meu ouvido quando queria o meu voto [para a presidência da Câmara]. Eu não preciso dele para nada. Estou aqui por desejo das pessoas e não dele", disse, depois de descer da tribuna.

Clodovil queixou-se formalmente a Inocência Oliveira (PR-PE), membro da Mesa diretora da Câmara. Pediu a ele que transmitisse a reclamação a Chinaglia, que, naquele instante, presidia a sessão.

Deputado de primeiro mandato, Clodovil discursou por cerca de 20 minutos. Havia em plenário cerca de 200 parlamentares. Como sói acontecer no Legislativo, muitos travavam diálogos paralelos. Abespinhou-se com a algaravia, Clodovil subiu nas tamancas.

“Fala-se muito em decoro parlamentar. Eu não sei o que é decoro com um barulho desses enquanto a gente fala. Aqui parece um mercado. Isso aqui representa um país? Nem na televisão, que é popular, se faz isso", disse. A reclamação surtiu efeito instantâneo. Os colegas de Clodovil fizeram um silêncio sepulcral.

Na seqüência, Clodovil, segundo deputado mais votado de São Paulo, cutucou Paulo Maluf (PP-SP), o campeão de votos. “As pessoas egoístas não conseguem nada. Se até o corpo fica debaixo da terra, imagine os atos, não é doutor Paulo Maluf?”

Maluf viu-se compelido a grudar os lábios ao microfone de apartes. Respondeu à provocação com elogios. Atribuiu a torrente de votos de Clodovil à sua habilidade como comunicador e ao talento como estilista, que o fazia produzir “as melhores coleções para São Paulo”.

“Quero lembrar para os que não o conheceram pela televisão que vossa excelência fala, através da sua argumentação, aquilo que com sinceridade pensa. Com certeza que será um dos mais ativos e polêmicos membros dessa Casa”, completou Maluf.

Clodovil agradeceu. Mas voltou a espicaçar o colega. Disse que se tornou “conhecido em todo país graças a trabalho e não por coisas desonradas”. Em seguida, o estreante disse que deseja amar os colegas de Parlamento “da mesma maneira que ama a Deus”.

Convidou os demais deputados a arregaçarem as mangas, “de preferência, com elegância, claro.” Disse que, se os deputados fizerem “política com bondade, Brasília nunca mais será a mesma e nem o Brasil.” Difícil será encontrar bondade numa Casa que tem sido generosa na produção de maldades.

Ponto de 'vagabundagem'!

As manchetes desta quarta

- Folha: EUA quer parceria estratégica no etanol

- Estadão: Lula vai segurar verbas do orçamento, mas livra o PAC

- Globo: Milícia fecha favela com portão para barrar tráfico

- Correio: Piora o ensino no País

- Valor: Grandes fundos de pensão têm superávit de R$ 40 bi

- Estado de Minas: Assaltantes de bancos voltam a aterrorizar MG

- Jornal do Commercio: Tumulto em prévia derruba dois oficiais

Leia os destaques de capa dos principais jornais.

Goianão - Desesperados em campo


A sétima rodada do Cam-peonato Goiano será decisiva para os lantenas dos dois grupos. Canedense e Rioverdense, últimos em seus grupos, jogam em casa com a obrigação de vencer para somar pontos e sair do sufoco. Em Senador Canedo, o time da casa pega o Trindade com uma novidade no banco. O técnico Vantuir Galdino foi demitido e, em seu lugar, deve assumir Nivaldo Lancuna. No entanto, para a partida desta noite, o preparador físico, Edmar Vasconcelos comanda a equipe. O confronto entre as duas equipes caçulas do Goianão, acontece a partir das 20h30 de hoje no Estádio Plínio José de Souza, em Senador Canedo.

Com apenas 5 pontos conquistados dos 12 disputados, Vantuir Galdino não agradou os dirigentes da Canedense. Entre os jogadores, um clima de indefinição tomou conta. “Não entendemos muito bem essa situação”, disse Túlio Maravilha. O atacante do time de Senador Canedo disse ainda que a situação faz parte do futebol. “Fomos pegos de surpresa, mas isso acontece mesmo. Os resultados não ajudaram e sobrou para o Vantuir”, completou Túlio, artilheiro do campeoanto com 7 gols.

Pior equipe do Goianão, a Rioverdense recebe hoje o Itumbiara, também às 20h30, no Estádio Mozart Veloso do Carmo, em Rio Verde. Com apenas 1 ponto, a equipe do Sudoeste Goiano espera conquistar sua primeira vitória para respirar no campeonato. Na outra ponta da tabela, está o Itumbiara, vice-líder do Grupo B, com 12 pontos.

Para tentar desencantar na competição, o técnico Wladimir Araújo muda praticamente meio time em relação a partida da última rodada. As mudanças começam no gol, onde Tiago fará sua estréia. Na lateral direita, outro estreante: Baiano, que veio por empréstimo do Vila.